19 de abril de 2015

É HORA DE VIR PARA A LUZ!



Não é hora de recuar, nem de retroceder!
A PRIORIDADE do PT e do Foro de São Paulo é uma: RECUAR A OPOSIÇÃO PARA AS SOMBRAS. Para onde possam nos capturar sem que ninguém veja, sem que ninguém dê pela nossa falta, para onde o punhal da traição e do terror possa ser desembainhado, para onde as mesmas sombras possam nos iludir de que são mais do que parecem.
Não se permitam a serem empurrados paras sombras! É HORA DE VIR PARA A LUZ! Não se escondam! Não se envergonhem! Não se atemorizem diante do tamanho do inimigo! Não tenham misericórdia de quem não tem misericórdia de vocês! Sem desespero ainda useis das armas à nossa disposição! Não baixeis a vigilância! Não recuais um milímetro no campo de batalha! Como cães raivosos, esperam que demos às costas para nos atacar!
Existem outras maneiras de fazer algo além das manifestações.Aproveitem as oportunidades! As manifestações infundiram MEDO no coração dos comunistas: porque foram atos de pessoas ordeiras, ainda que divergentes, com diferentes ambições de alcance na luta política. Nenhuma violência! Nenhuma lixeira queimada! Pelo contrário: coragem, alegria, AMIGOS, FAMÍLIAS.
Ainda que as manifestações mitiguem em algo não parem de agir. Reforcem ações junto às suas comunidades, igrejas, escolas, universidades, ainda que modestas. Ações não apenas políticas, mas também culturais. Mostrem acima de tudo o rosto humano da nossa indignação e perceba essa indignação no próximo como quem percebe um irmão, não somente um ignorante ou alienado. Ceda! Dê dois passos com que te acompanhou um! Dê o manto pra quem te pediu a túnica! Ganhe o respeito pelo que FAZ antes de se arrogar autoridade no que quer que seja.
Os que não podem fazer algo procurem aqueles que estão fazendo para dar apoio, suporte, ao menos uma ORAÇÃO na calada da noite para fortalecer-lhes a fé.
A ARMADURA E A ESPADA BRILHAM MAIS À LUZ DO DIA!
AVANTE, BRASILEIROS!!!

4 de abril de 2015

Sobre intervenção militar e gente bobinha assustada

Primeiro vou dizer que também sou contra a intervenção militar, AO MENOS NESTE MOMENTO. Por que sou? Porque acredito AINDA na capacidade das instituições funcionarem em favor da Ordem, embora não existam muitos motivos para se crer numa virada do Congresso e do Poder Judiciário. E também porque acredito AINDA na força das manifestações.
No entanto, a realidade desse papo de intervenção militar é impossível de ser COMPREENDIDA sem ao menos ter conhecimento de SETE pontos mínimos, para que assim você passe a deixar de ser manobra da esquerda e volte a dormir tranquilo sem imaginar soldados malvados debaixo da sua cama:
1 - As Forças Armadas têm o DEVER CONSTITUCIONAL de defender a manutenção do Estado Brasileiro e a soberania nacional. Ao menos que você ache que soldado só serve pra gastar o seu dinheiro engomando a farda para a sedução geral.
2 - Existem realmente grupos na direita, MINORITÁRIOS, saudosos do regime militar.
3 - Há muitas evidencias de que alguns desses grupos estejam sofrendo infiltração do PT para inflamá-los.
4 - A mídia de esquerda faz questão de enquadrar nas lentes e nas câmeras de TV justamente essas manifestações minoritárias e mostrá-las como se fossem uma manifestação da maioria.
5 - Bem ou mal, eles tem direito de pedir o que acreditam, afinal NÃO ESTAMOS EM UMA DITADURA, NÃO É?
6 - Existe uma distância conceitual entre intervenção, regime militar e ditadura militar - o que a esquerda - USANDO DO MEDO E DA IGNORÂNCIA - mete tudo no mesmo saco de gatos.
7 - O senso comum sobre o período militar é eivado de mistificações, falsidades históricas, calúnias, exageros, etc pelo menos desde que a redemocratização deu a hegemonia educacional para a esquerdas nas escolas e universidades e, como prolongamento dessa ação, tomou os tribunais, redações de mídia, sindicatos, associações de ofício e até mesmo parte das Forças Armadas.
Sem ao menos atentar para essas questões é IMPOSSÍVEL ter um posicionamento racional sobre a questão que não seja aquele da própria propaganda feita pela esquerda, principalmente através de blogs sujos pagos pelo governo. O resto é lençol branco com dois olhos furados, sombra na janela e bicho-papão no armário.
A auto-ilusão 'dos pessoal' (é como eu chamo as pessoas bobinhas, assustadiças, do tipo que se assustam com Anabelle) em relação a intervenção militar serve bem ao propósito do partido governante de manter o que lhe resta de militância, especialmente entre a MILITÂNCIA DA LIBIDO, que imagina um futuro governo militar em que fumar maconha, fazer suruba e dar a bunda seja proibido (como se na década de 60 e 70 NINGUÉM FIZESSE ISSO ADOIDADO).
A esquerda está vivendo em um conto de cavalaria próprio, com seus moinhos e gigantes particulares. O que é uma BURRICE EXTREMA, pois não conseguem perceber a profunda insatisfação da sociedade - diversa e multifacetada -, impedindo que tenham uma reação apropriada aos fatos, fazendo uma cagada atrás da outra.
Essa loucura não é nova. Ela aconteceu na China, no Vietnã, no Camboja, no Leste Europeu, na Alemanha de Hitler. Cegos da causa da insatisfação popular buscam cada vez mais bodes expiatórios, até que se convençam de que é o povo que está louco e chegou a hora de ELIMINÁ-LOS.
E essa loucura que você alimenta quando propaga merda sobre intervenção militar.

27 de março de 2015

Só quero fazer teatro com gente normal

Ainda tenho o sonho de fazer teatro com gente normal. Explico o 'gente normal'. Sonho em fazer teatro com gente que vê a arte como busca da verdade e da beleza, que entenda o gesto bondoso de interpretar a realidade dos homens e da vida, e que se doe ao ser com intensidade.
Não busco um teatro de 'direita', não é isso; mas sim um teatro direito, honesto, feito por pessoas interessadas em ser 'monstruosas' no sentido shakesperiano do termo, que saibam ler o que escreve o amor calado: ouvir com os olhos é do amor o fado', como disse o Bardo.
Não busco o teatro feito por aqueles putos/putas mimadas que buscam nos palcos somente alguma notoriedade boba ou monstruosidade mal escrita para 'chocar a sociedade conservadora'.
Desprezo os artistas dito progressistas, que entre uma péssima atuação e outra vão prostituir a arte na luta-do-contra-tudo-que-está-aí-está através de dramaturgias forçadas, enfeitadas apenas com sinopses que pretendem não deixar ao espectador experiência de descoberta alguma, mas somente doutrinação panfletária para dizer o quanto são vítimas por serem pretos, mulheres ou adeptos de amores e esfregações heterodoxas, whatever, para que a platéia se entedie e continue a apoiar partidos políticos que vão jogar algumas migalhas para esses pobres incompreendidos que vivem sem dinheiro pra pagar uma cerveja.
Desprezo os ditos artistas interessados na sutileza e na subjetividade na arte como caminho fácil para juntar um grupo de ativistas ou militantes de qualquer coisa; seja para salvar as baleias, ou jovens em situação de risco, ou gente carente de ter onde desmunhecar ou de dizer pra vizinha o quanto é descolado.
Desprezo, acima de todas as coisas, o teatro dito experimental que aglutina apenas relatos de adolescentes confusos e ingênuos que confundem o desejo legítimo deles de dar a bunda e serem felizes com verdadeira inspiração artística, como se a intenção e o engajamento da obra fossem tudo, e a técnica e a forma não fossem nada. A criação coletiva - quando muleta do analfabetismo - é a decadência do teatro, a invasão bárbara que transforma anfiteatros em feiras de venda de animais.
Não que o teatro deva deixar de ser - como aliás foi e deve continuar sendo - a jóia de ouro da liberdade de expressão. Não. O teatro deve continuar a ser o aríete silencioso contra todas as imposturas, preconceitos, lugares-comuns, clichês, velhacarias, etc; mas com o respeito a inteligência dos seus espectadores - que antes de ver representadas as suas indignações - querem fazer parte do drama humano e da comédia de erros, querem descobrir por si, verter lágrimas e rir, sorrir e pensar, não simplesmente SABER O QUE ELE TEM QUE PENSAR AGORA PRA SER UMA PESSOA DITA LEGAL E ANTENADA. Existe uma diferença imensa em ser polêmico como Brecht ou Nelson Rodrigues, ou ser polêmico como Jean Wyllys ou Luciana Genro.

16 de setembro de 2014

Censura no Facebook


"Após a revelação de que o rapaz homossexual de Goiás foi morto por outro homossexual, o movimento gay SE CALOU. O cadáver do garoto perdeu o seu VALOR POLÍTICO. Virou um nada, estatística, como é a morte dos demais 50 mil brasileiros que morrem de forma violenta todos os anos no Brasil. Para o movimento gay, o cadáver de um gay só tem utilidade quando serve como aríete da agenda gay de restrição da liberdade de expressão e da promoção do achincalhamento dos valores cristãos. Como agora o rapaz infeliz é apenas QUALQUER UM, os militantes gays calam-se para não protestar contra o estado de CALAMIDADE da segurança pública nesse país, fruto da mesma política que banca as suas paradas do Orgulho Gay. O homossexual brasileiro, infelizmente, prefere manter a amizade com quem banca as suas PUTARIAS do que se juntar ao coro de desespero dos demais brasileiros por um país com menos violência e menos impunidade. Ser viado é uma coisa, COVARDIA é outra. SHAME ON YOU!"

Esta postagem e mais duas outras que não conseguir recuperar foram CENSURADAS no Facebook, além disso fui suspenso por 24h de postar qualquer coisa e proibido de retornar ao assunto sob pena de ter minha conta excluída. O motivo é sempre o tal "discurso de ódio". Não se trata de odiar homossexual algum que seja, mas sim de contestar as falácias do movimento LGBT. Não se trata de discriminar nem mesmo prática sexual alguma, mas somente a leniência com que os gays vem tratando aqueles que se dizem seus representantes, dando aval para todo tipo de ardil e sordidez encobertos pelo manto da 'luta contra o preconceito'. Se uso termos duros é porque quero dialogar diretamente com os gays - com intimidade politicamente incorreta além da atualmente suportada, admito - para que estes percebam o absurdo das práticas daqueles que se dizem defendê-los. Se digo que 'ser viado é uma coisa' porque acredito que nenhuma condição sexual é desculpa para a covardia de se dizer a verdade e demonstrar as coisas como elas são. Se digo que 'covardia é outra' porque não consigo compreender como pessoas que decidem encarar uma condição de vida tão difícil se deixem dobrar por discursos ideológicos, prestando-se a qualquer comando de linchamento moral de qualquer um que ouse contestar a sacrossanta atividade do movimento gay.


Os gays sonham - e com toda razão - em ter futuramente um cidadão brasileiro como um alto representante em cargos públicos. Se o cidadão for honesto e capaz, por que não? Mas daí eu pergunto: se este cidadão usasse sua condição sexual para se impor acima dos demais, censurando e tachando toda e qualquer crítica ao seu governo como 'discurso de ódio', como atingirão a tão plena igualdade sonhada pelos homossexuais? Como a população pode confiar e acreditar na essência cidadã de uma pessoa com tal poder nas mãos? Como evitar a desconfiança das demais pessoas, sejam elas religiosas ou não, para com quem reivindica tais direitos e - podendo abrir mão desse expediente - ter tudo pra implantar a mais agressiva e implacável ditadura? Como combater o preconceito inflamando ainda mais e mais as diferenças entre alguns cidadãos e outros? Se tudo pode ser debatido em uma sociedade democrática, por que não as ações do movimento LGBT? Por que pode se falar contra Deus, César, o governo, o diabo, mas não se pode contestar os LGBT's, nem ironizá-los e provocá-los nas suas condutas políticas e ideológicas? 

Não se trata de combater a carne e o uso que se faz ou não dela, de maneira alguma. Trata-se de um combate aos principados e potestades da censura, germe da perigosa tentação do totalitarismo.


Peço a quem puder compartilhar esse meu artigo que compartilhe

Um abraço para todos os meus amigos e leitores, gays ou não.

LFV





 

5 de novembro de 2013

Breves impressões sobre o curta "Segurança Nível 5", por Karleno Márcio Bocarro


"...posso dizer que gostei muito do curta. A fotografia e atuação dos atores é impecável; o cenário bem escolhido. Agora a parte mais difícil, e fascinante: a história dá margem a várias interpretações. E isso é como deve ser! Um traço de grande arte. Tem aspectos do mito grego, assim o vejo. Quer dizer não somos senhores de nós mesmos, mas joguetes de deuses imprevisíveis; a história de Amor e Psique aponta nessa direção. De gnose, o mundo é mal e toda inocência é/será violada; ou um deus mal toma conta deste mundo, no caso do filme, uma espécie de controle autoritário. E isso leva a outro aspecto do filme: um sistema autoritário que controla a vida das pessoas; a ascensão, no sistema, se dá por obediência cega e atos de violência. Por fim, a garota, inocente e bela, ao descobrir a trama torna-se brutal, um ser pronto para matar... Foi o que vi, mas acho que há mais outros aspectos a considerar. Preciso revê-lo. Ah, gostei também como os textos poéticos (belíssimos) e narrativos foram intercalados, contribuindo para o avanço da trama e não para confundir o espectador."

Karleno Márcio Bocarro é escritor, professor de Literatura, formado em Filosofia pela Universidade Humbolt de Berlim
. Publicou o romance "As almas que se quebram no chão", pela editora É Realizações.

"Segurança Nível 5" é um curta-metragem de ficção (19 min) de Jorge Kellaris, produzido pelo GTO Soluções Cênicas e pela World Alone - Grécia. Com Luiz Fernando Vaz e Rafaella Cândido.


23 de outubro de 2013

Sobre a dignidade animal


Sinceramente sinto mais dignidade para com os animais de uma tourada ou de um rodeio do que com aqueles de um laboratório de testes. Por mais cruel que pareçam, as manifestações lúdicas entre homem e animal tem um caráter de balanceamento ontológico entre as espécies, uma iniciativa do espírito humano para compensar o uso vulgar da vida dos animais na alimentação, vestuário, etc. Uma tentativa de revestir a crueldade cotidiana de consumo e da exploração de algum sentido transcendente. A simplicidade - e por que não a sensibilidade e ingenuidade do homem do campo? - desenvolveu maneiras de re-integrar o animal no enredo cósmico, ressaltando sua relação de mútua cooperação mas também de conflito. Ao cavalo que labuta na lavoura oferece-se a oportunidade de voltar a ser selvagem na arena ou solto em uma corrida; ao touro de participar de um certame de vida e morte depois de ser celebrado com flores, rezas e cortejos; ao burro que leva chicotadas dá-se o papel de carregar o Salvador em autos de Natal e Paixão; em alguns países montam-se em porcos vestidos como seres humanos, etc. O contrário dessa 'crueldade' é a matança DESPERSONALIZADA e INDUSTRIAL dos animais, o que inclui os testes - embora necessários - de laboratório. Muito me pergunto se a brutalização do homem moderno não tem muito a ver com essa inevitável massificação do extermínio animal sem a recorrência de uma reconciliação ontológica, de uma consagração dessa relação entre homens e animais.

OBS: Nós brasileiros devíamos nos orgulhar muito de nossas manifestações folclóricas. O brasileiro criou o boi bumbá, por exemplo. Substituiu o sangue jorrando do touro ibérico pela teatralização, pelo fantoche. O efeito de balanceamento ontológico é o mesmo.

21 de setembro de 2013

O filme "Anjos e demônios" de Ron Howard e o fascínio de Dan Brown pela Igreja


"Se Dan Brown parece fascinado pela Igreja, é preciso reconhecer que não é o único: em Roma existe agora mais peregrinos que nunca"Pe. John Wauck, da prelazia pessoal do Opus Dei, nascido em Chicago, professor de literatura e comunicação da fé na Universidade Pontifícia da Santa Cruz, em Roma, estudou história da literatura na Universidade de Harvard.


Perto daquele fiasco que foi "Código da Vinci" (também de Ron Howard), considero-o até muito interessante em vários aspectos: a fotografia de Roma e que alude ao Vaticano é esplendorosa, as atuações são boas, a trilha é interessante e a edição excelente (em especial nas cenas de ação).

Ron Howard, entretanto, é bastante 'hollywoodiano". Acontece que quase sempre ele foi, na minha humilde opinião, um narrador bem competente. Certinhos, comerciais, porém bem dignos de um par de ingressos, foram por ele dirigidos "Uma Mente Brilhante", "Apollo 13" e "Cocoon" (meu preferido; a trama sobre ET's é mero pretexto pra falar da velhice).

Felizmente nesse filme Howard me surpreendeu ao revalorizar a sua habilidade narrativa em detrimento da verborragia e do 'enrolation' do desastroso "Código". 


Surpreendeu-me novamente o filme ao exibir no roteiro um raro equilíbrio no trato das questões entre fé e ciência, permitindo na tela uma dignidade a Santa Igreja e a Fé que é raríssima no cinema de hoje. 

Até me despertou curiosidade sobre o livro... 

Aí que buscando críticas sobre o filme achei essa fantástica entrevista de um padre da Opus Dei que afirma algo que há muito já disse sobre esses produtos culturais que usam/abusam de referências - principalmente negativas - sobre o catolicismo. Esses produtos referenciam-se a Igreja porque creem que nas imagens e símbolos pertencentes a ela residam um verdadeiro poder, uma irresistível atração e autenticidade. Falei disso também no artigo que fiz analisando o filme "Ágora", do diretor chileno Alejandro Amenábar.


Das peças e romances blasfemos da Revolução Francesa às paródias de Madonna e Lady Gaga, aludir a Santa Igreja e seus dogmas quase sempre redundaram em lucrativo sucesso. O Pe. John Wauck mata a charada ao comentar o livro. E provoca:

(essa passagem não consta no filme)

- Pe. Wauck: Dá a impressão de que estamos lendo o Catecismo da Igreja Católica, ao invés da novela de Dan Brown. A passagem é esta: 

"Pedro é a pedra. A fé de Pedro em Deus foi tão firme, que Jesus o chamou de ‘a pedra’, o discípulo incomovível sobre cujos ombros Jesus construiria sua Igreja. Neste lugar, pensou Langdon, na colina do Vaticano, Pedro havia sido crucificado e enterrado. Os primeiros cristãos construíram um pequeno santuário sobre o seu túmulo. À medida que o cristianismo se estendeu, o santuário cresceu, passo a passo, até converter-se nesta basílica colossal. Toda a fé católica havia sido levantada, literalmente, sobre São Pedro. A pedra"
(“Anjos e demônios”, cap. 118).

O filme demonstra no roteiro perplexidade semelhante diante dos mistérios da Santa Sé deixando posicionamentos mais radicais em suspenso.

Entrevistador: Você não acha que com esta entrevista estamos promovendo gratuitamente o filme?

- Pe. Wauck: Quem está promovendo quem? Esta é a questão. Possivelmente, há publicidade nas duas direções, mas se consideramos o tempo, as energias e os milhões de dólares empregados na produção e promoção deste filme, eu diria que nós estamos levando a melhor parte. Isto é, que talvez Deus esteja se servindo de Hollywood para atrair a atenção de alguns sobre as riquezas da fé e da cultura católicas.

Isso me faz lembrar a velha constatação de como a Igreja cresce mesmo na adversidade. E que eu gosto ainda mais desse filme.

Aqui o trailer (que, é claro, ressalta os aspectos conspiratórios da trama):